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Archive for março \31\UTC 2010

Mafalda

Adoro a Mafalda!!!
Na verdade, me identifico muito com ela. Nosso ponto divergente fica por conta da sopa. Ela odeia. Eu adoro. No mais, combinamos bastante em várias coisas. Além de ser baixinha e ter o cabelão desajeitado como o dela (aff!!!), também sou questionadora, crítica (às vezes em excesso, reconheço!), meio rebelde e bastante sagaz.
Como a Mafalda, também amo os Beatles. E de vez em quando, também me dá vontade de resolver algumas coisas de uma maneira, digamos, “carinhosa”… se é que vocês me entendem… rsss…

 

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A palavra temperamento se origina do latim “temperamentum” e significa “mistura em proporções”. Deriva de tempero e temperança. Isso quer dizer que, apesar de ser a raiz da personalidade, podemos trabalhar no sentido de equilibrá-lo e bem proporcioná-lo. Nosso temperamento define a forma básica como reagimos frente a vida e aos obstáculos
Hipocrates, há mais de 2000 anos, dividiu os seres humanos em quatro grupos distintos classificando-os segundo seus temperamentos. Platão os chamava de artesão, guardião, idealista e racional. Aristóteles os denominou hedonista, proprietário, ético e dialético.  No século II o médico romano Galeno passou a chamá-los como sangüíneo, melancólico, colérico e fleumático, denominação que ainda é usada atualmente.

É interessante identificar e conhecer um pouco mais sobre nosso temperamento. Podemos aprender, a partir daí, a trabalharmos nosso Eu interior, realçando nossos pontos positivos e procurando melhorar os pontos negativos. Também, conhecendo um pouco mais os que nos cercam, podemos compreendê-los melhor, ser mais tolerantes.
Nenhum temperamento é melhor ou pior que os outros. Cada um tem suas particularidades, seus pontos fortes e fracos.
Deve-se lembrar, também, que ninguém se caracteriza por apenas um tipo de temperamento. Podemos reunir características de todos eles, ou de dois deles, mas um tipo será sempre DOMINANTE.

Veja abaixo, algumas características dos 4 tipos de temperamentos:

SANGUÍNEO – O Popular

Extrovertido – sabe se divertir, contagia os outros com seu espírito alegre e divertido. Fascina quando narra histórias. Espontâneo, ingênuo e cordial. Com frequência fala sem pensar. É sincero. Gosta de estar com as pessoas, detesta a solidão. É barulhento, afável e precipitado. Parece mais seguro do que ele mesmo se sente. No geral é bom vendedor, ator, anfitrião, orador, locutor, animador e político. Irreflexivo, pouco tenaz e persistente. Indisciplinado e sem força de vontade. Emocionalmente é instável, podendo chorar por qualquer pretexto; é irritado também, impulsivo, mas não guarda rancor, porque expressa sua fúria. Gosta de ser o centro das atenções. Veste-se bem, mas seu quarto é uma bagunça. Ou seja, mantém as aparências. É inseguro e tem a tendência a distorcer a verdade ou exagerar.

COLÉRICO – O Mandão

Gosta de atividade. Estimula os meios com ideias, planos, metas e ambições intermináveis. Mentalidade prática e aguda. Só dedica a atividades com objetivos claros e concretos. Capacidade de tomar decisões ou de planificar atividades úteis de forma instantânea e acertada. Não vacila diante da pressão da opinião alheia e adota posições definidas frente às questões. É estimulado pelas adversidades. Excelente determinação, nunca recua. Líder nato. Suas emoções são pouco desenvolvidas. Não sente compaixão facilmente e não demonstra nem expressa seus sentimentos. É insensível às necessidades emocionais dos demais. Pouco apreço pela música e pela arte. Busca os valores utilitários e produtivos da vida. Oportunista. Reconhece rapidamente as oportunidades. Tende a ser dominante e autoritário e usa as pessoas sem vacilar. Toda profissão que requer liderança, motivação e produtividade é adequada para o colérico, sempre que não exija demasiada atenção em questões de detalhes e planificação analítica. É muito otimista, raramente fracassa, exceto em sua própria casa.

MELANCÓLICO – O Perfeccionista

Analítico, talentoso, perfeccionista, abnegado e com uma natureza emocional muito sensível. Desfruta muito da arte. Tende a ser introvertido. Quando está em êxtase atua de forma extrovertida. Em alguns momentos fica triste e deprimido, torna-se escorregadio e, inclusive, antagônico. Amigo fiel, mas não faz amizade com facilidade. Grande capacidade analítica. Descobre rapidamente os obstáculos e os perigos de qualquer projeto que participa. É um pessimista nato: como vê os obstáculos, fica detido. Escolhe profissões que exigem muito sacrifício pessoal. É metódico e persistente, com isso quase sempre consegue realizar grandes coisas. Às vezes sua tendência natural de se queixar do sacrifício o leva a abandonar as empreitadas no meio do caminho. Negativo, pessimista e crítico. É o mais egocêntrico e susceptível dos temperamentos. É vingativo e propenso a se sentir perseguido. Temperamental, depressivo e anti-social. Costumam ser grandes escritores, artistas, cientistas, estrategistas, professores, filósofos.

FLEUMÁTICO – O Diplomata

Tranquilo e sereno. Dificilmente se agita. Experimenta mais emoções do que aparenta. Capacidade de apreciar as belas artes e as coisas boas da vida. Gosta das pessoas e tem bastante amigos. Sentido de humor natural e satírico. Capacidade de fazer rir aos demais e permanecer imperturbável. Tende a ser mais espectador e não se compromete muito com as atividades dos demais. Bom de coração e compassivo, mas raramente deixa transparecer serem verdadeiros sentimentos. Quando seu interesse é despertado, é ativo e eficiente. Quando se vê obrigado é um líder sumamente capaz. Exerce uma influência conciliadora sobre os outros e é um planejador nato. Mestre em tudo que requer uma paciência meticulosa e a presença de uma rotina diária. Excelentes aptidões artesanais: mecânico, torneiro, carpinteiro, eletricista e instrumentos de precisão. Organizado, sabe trabalhar sob pressão e é extremamente confiável. Costuma manter o mesmo trabalho toda a vida. Lento e ocioso, falta-lhe impulso e ambição. Mesquinho e avarento. É o que dá menos gorjetas. Teimoso, mas é tão diplomático que muitas vezes isso passa despercebido.

Quer saber qual o seu temperamento? Faça o teste aqui:

 http://vobr.webtvcn.com/2009/junho/29_testetemperamento.xls

Mas, atenção: É importante ser absolutamente sincero e marcar a alternativa que corresponde àquilo que você é e não ao que gostaria de ser.

Obs.: Meu resultado deu predominância de temperamento melancólico com algumas características de fleumático.
Achei mesmo a “minha cara”. Nem preciso dizer qual o personagem da Turminha do Pooh que eu mais amoo, né… rsss…
E o de vocês? Façam o teste e compartilhem!

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Sei que muito já conhecem essa fábula. Mas é sempre bom relembrar, refletir, ver até que ponto temos a coragem de nos aproximar uns dos outros…

Durante a era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. Então eles começaram a se afastar, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Essa, porém, não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram então a se aproximar. Pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

É… não é fácil conviver com os espinhos dos outros. Por causa disso, muitas pessoas se afastam, optam por viverem sozinhas, desistem dos relacionamentos. Cada vez mais o mundo se torna frio, superficial. Às vezes conhecemos alguém e acreditamos ser uma pessoa especial, alguém capaz de ter a maturidade suficiente pra entender nossos espinhos. Mas à nossa menor falta de cuidado, ao menor deslize de nossa parte, uma única “espinhada” que dermos, pronto, as pessoas se afastam. Sim, conviver é mesmo complicado, envolve muito amor, tolerância e, principalmente, a humildade de reconhecer que todos temos espinhos. Implica em se “espetar” de vez em quando.
Bom, não sei quanto a vocês. Pra mim, a despeito dos espinhos, conviver ainda é melhor que a alternativa. Afinal, os cactos tem espinhos. Mas também dão lindas flores!

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Hoje quero compartilhar com vocês mais um texto, lindo, que recebi por e-mail:

“Quando eu era menina, acreditava no conceito de apenas UMA melhor amiga para toda a vida.

Depois, como mulher, descobri que se você permitir que seu coração se abra, encontrará o melhor em muitas amigas.
É preciso uma amiga quando você está com problemas com seu homem. É preciso outra amiga quando você está com problemas com sua mãe ou irmã. Uma quando está se sentindo muito gorda, ou muito magra, muito alta ou muito baixa. Outra quando você quer fazer compras, compartilhar, curar, viajar, rir, ferir, chorar, meditar, brincar, ir ao cinema, ao teatro, ir ao salão de beleza, se divertir na praia ou apenas ser você mesma.
Uma amiga dirá ‘vamos rezar’, outra ‘vamos chorar’, outra ‘vamos lutar’, outra ‘vamos fazer compras’, outra ‘vamos saltar de pára-quedas’. Outra ‘vamos numa vidente’, outra ‘vamos tomar um porre’…

Uma amiga atenderá às suas necessidades espirituais, sempre saberá dar o melhor conselho e você sentirá que é uma resposta divina. Outra amiga atenderá à sua loucura por filmes, livros e DVDs. Uma amiga entenderá sua paixão por sapatos ou bolsas, outra por perfumes, jóias, velas ou incensos, outra, por cultura, aventuras e viagens. Uma amiga atenderá seu desejo por chocolates, outra por quadros, decoração, outra por música e dança. Uma enviará a resposta que você precisa por email, outra estará com você fisicamente em seus períodos confusos. Outra poderá estar a milhares de KM, mas dará um jeitinho de se fazer presente. Outra será seu anjo protetor e uma outra ainda, será como uma mãe.

Mas onde quer que elas se encaixem em sua vida, quer você as veja pessoalmente ou não, independente da ocasião, quer seja o seu casamento, ou apenas uma segunda-feira chuvosa, todas são suas melhores amigas e estarão presentes como puderem.
Elas podem ser concentradas em uma única mulher ou em várias. Uma do ginásio, uma do colegial, uma dos anos de faculdade, uma da academia, outra do clube, outra daquela viagem, algumas de antigos empregos, algumas da igreja ou da Yoga, outras da internet, outras amigas de suas amigas, ex-cunhadas, ex- rivais, ex –chefes ou ex -colegas. Pode ser até mesmo aquela escritora famosa que te ajuda através de um bom livro ou de um programa na TV. Em alguns dias uma “estranha” que acabou de conhecer e em outros até mesmo sua filha ou neta. Pode ser ainda sua irmã, cunhada, prima, tia, madrinha, mãe, vó, bisa, vizinha… enfim, as possibilidades são infinitas!

Assim, podem ter sido 30 minutos ou 30 anos o tempo que essas mulheres passam por nossas vidas. Mas, certamente, fazem toda a diferença e sempre deixam um pouquinho delas dentro da gente! “

Vocês nem imaginam como amei receber isso!
Depois que li, fechei os olhos e fui me lembrando de todas as mulheres, amigas, que conheci pela vida afora. Como dito no texto, algumas nunca vi pessoalmente. Mas todas são muito importantes.
Tem as mulheres da minha família, que são minhas mais especiais amigas (Tina, Ana, Dani, Danusa, Cel, Izila, Sula, Helen, Luciana, Ana Paula, Bárbara, minha filhota Juju e minhas amiguinhas, Mikaela e Valentine). E tem todas as outras que fui conhecendo pela vida afora.
Queria falar de cada uma, citar seus nomes, contar como nos conhecemos, como elas acrescentam à minha vida. Mas esse post ia ficar imenso.
Então, só agradeço. Por tudo que foram e são. Devo a cada uma de vocês um pouco do meu crescimento como pessoa.

Agora, sabem o mais lindo disso tudo? A pessoa que me mandou esse e-mail é a Zélia. Uma amiga dessas que nunca vi pessoalmente. A gente se conheceu por telefone, por causa de um anúncio que colocamos num jornal de classificados. Daí, passamos a nos falar de vez em quando, começamos a compartilhar experiências, tirar algumas dúvidas, uma da outra. Sempre marcando de nos encontrar um dia… que ainda não aconteceu.
Mas esse ano vamos dar um jeito nisso, né, Zélia?
Beijo grande pra todas vocês, minhas “best friends forever”!!!

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Minha amiga Ju, lá de Campinas, me mandou uma lista dos livros candidatos ao troféu “Abobrinha de Ouro”. Achei tão divertido que resolvi compartilhar com vocês.
Deixo claro que vocês nunca vão encontrar nenhum desses na minha estante, ok, pessoal (rsss…)?

CATEGORIA “LIVROS MAIS FINOS DO MUNDO”:


Meus pensamentos – por Carla Perez
(3 páginas, com gravuras grandes)


BBBs Talentosos – por Pedro Bial
(4 páginas, preenchidas apenas com poesias de Bial)


Como seleciono atrizes – pelo diretor do Zorra Total
(2 páginas, com desenhos feitos a mão pras meninas entenderem)


As coisas que me lembro – minha autobiografia – por Marcelo D2
(10 páginas com frases incompletas. Termo recorrente: “do que eu tava falando mesmo?”)


Segredos do meu sucesso – por Paris Hilton
(12 páginas. Muitas fotos do pai e dos namorados. Encartado um dvd com um home vídeo que explica o título do livro)


As pessoas que gostam de mim – por Galvão Bueno
(5 páginas, tiragem especial para familiares)

CATEGORIA “LIVROS MAIS GROSSOS DO MUNDO”:


Como agradar as mulheres – autor desconhecido (5.129 páginas)


Desculpas – por Rubens Barrichello – (983 páginas)


Todas as explicações que lhes devo – por Lula
(3.543 páginas, letra miúda, sem gravuras)


Tenho apenas uma pergunta, mas uma imensa introdução para ela – por Jô Soares
(1.000 páginas, com prefácio de Faustão – vendido separadamente)


Organizando as contas do Flamengo – vários autores (3.890 páginas)

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Bem, parece que meu lado cinéfilo anda mais aflorado ultimamente. Deve ser o efeito do Oscar…
No post anterior, falei sobre o filme A Vida em Preto e Branco. Aí, comentando com uma colega de trabalho sobre esses filmes mais antigos e as lições que podemos tirar deles, me lembrei de outro, de 93, que mistura aos toques de humor, uma mensagem muito interessante.
Quem puder, assista. É também uma interessante e divertida lição de vida.
O Feitiço do Tempo é uma parábola. Trata de crescimento interior e nos ensina a usar os problemas da vida para o nosso amadurecimento.
Phill Connors (Bill Murray) é um cara egoísta, mau-humorado, que reclama de tudo o tempo todo, trata mal os colegas e se sente injustiçado na vida profissional.
Num determinado dia, ele é obrigado a viajar para uma pequena cidade para fazer a cobertura de um evento folclórico muito popular nos EUA: o Dia da Marmota. Claro que Phill já vai de má vontade, porque acredita que o evento não passa de uma tolice. Após o evento, a cidade é atingida por uma nevasca e Phill e sua equipe são obrigados a permanecer no local.
No dia seguinte, ao acordar, Phill percebe que a música no rádio é a mesma do dia anterior. Em seguida, vai descobrindo que todos os detalhes daquele dia são os mesmos. Isso se repete no dia seguinte… e no outro… até que ele entenda que está preso no tempo. Somente Phill se dá conta disso. Para as demais pessoas, incluindo seus colegas, nada de diferente está acontecendo.
Phill, egoísta que é, passa a aproveitar a situação em benefício próprio, até que isso começa a se tornar monótono demais e ele começa a se angustiar.
As coisas só começam a se modificar quando ele se descobre apaixonado por Rita, sua colega de trabalho. Aos poucos ele vai deixando de ser amargo e cínico e vai se transformando em uma pessoa mais madura.
Uma boa oportunidade para pensarmos em como agiríamos se tivéssemos a possibilidade de viver o mesmo dia, várias vezes, até que pudéssemos corrigir nossos erros, melhorar nossas relações com as pessoas e, especialmente, tornar nossas vidas mais altruístas e estimulantes. E percebermos que é bem verdadeira aquela velha máxima: Nada muda, se você não mudar!

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Nesse fim de semana, vagando pelos canais da TV a cabo, me deparei com um filme antigo, de 1998. Apesar de já ter assistido mais de uma vez, esse é um daqueles filmes que nos dá uma “sacudida” a cada vez que o vemos. Assim, resolvi assisti-lo de novo.

Prá quem nunca viu, vou resumir rapidamente. Dois irmãos, David e Jennifer (Tobey Maguire e Reese Whitespoon), são magicamente transportados para dentro da TV, na séria Pleasantville. Na cidade que dá nome à série, tudo é perfeito. Não há problemas financeiros, não há desemprego, não há conflitos e também não há cor. E as pessoas, claro, não sabem o que é sexo.
Os dois irmãos iniciam uma revolução naquele mundinho perfeito como protagonistas da série. David é Bud e Jennifer é Marie Sue.
Jennifer/Marie Sue resolve mostrar ao seu namorado, na série, que um namoro é mais do que apenas pegar na mão. A partir daí, a cada descoberta de um novo sentimento a cidade e as pessoas começam a ganhar cores, ou seja, vida. Pleasantville vem revelar nosso medo do desconhecido, do novo, do diferente e nossa acomodação diante da rotina. Tem a ver com falsos moralismos e puritanismos, com hipocrisias e com a crença errônea de que tudo tem que ser sempre certinho, no lugar, sem riscos e, por isso mesmo, sem cor. O filme nos leva a perceber a importância de sairmos da nossa “zona de conforto” e descobrir o prazer nas coisas novas. Como nem todos gostam de mudanças, começa a haver uma divergência entre os que querem continuar vivendo em preto-e-branco e os que querem agora uma vida colorida.
Quem ainda não assistiu, assista. Posso apostar que você vai começar a enxergar a sua vida com uma nova cor.

Bem, depois de rever o filme, me lembrei dessa metáfora (desconheço a autoria), que muitos de vocês devem conhecer também:

Você saber o que significa a palavra “acordar”? Se a separarmos em sílabas, teremos: A-COR-DAR. Significa dar a cor, colocar o coração em tudo que se faz. Existem pessoas que acordam às 6 horas da tarde. É isso mesmo! Saem da cama de manhã, mas passam o dia todo dormindo. E existem alguns que passam a vida toda e não conseguem acordar.
Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade. Ele me disse: Descobri que estou na profissão errada!
E ele já estava se aposentando. Imagine o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família! Foi infeliz durante toda a sua vida profissional porque simplesmente não “acordou.
Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento. Por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele. Sabe por quê? Porque a vida tem a cor que a gente pinta!
Cada dia é exclusivo e está ali, esperando que eu e você façamos com que ele seja o melhor da nossa vida.
Então, vamos “a-cor-dar” todos os dias e compartilhar com os outros o que Deus nos dá de melhor: O PRIVILÉGIO DE FAZER OS OUTROS FELIZES!!!

Uma semana colorida para todos!

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