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Archive for abril \16\UTC 2010

Dizem que “Quem encontra um amigo, encontra um tesouro”. Quase todos nós gostaríamos de encontrar um tesouro desses. Mas a verdade é que encontrar um amigo, ser um amigo e manter uma amizade genuína é uma tarefa difícil. Requer maturidade, comunicação, compreensão e a capacidade de se renunciar a algumas atitudes muitas vezes egoístas de nossa parte.
Como podemos então conquistar uma relação de amizade verdadeira? O que a alimenta e o que a destrói? Qual é, realmente, a verdadeira concepção de amizade? As definições são muitas.
Segundo André Rochais, a amizade é uma corrente afetiva, um relacionamento particular entre pessoas unidas por um acordo profundo, que se encontram e tendem a fazer-se iguais através da troca.
Só pode haver amizade se houver verdadeiramente comunicação interior, troca de valores. Se a relação é superficial, trata-se apenas de camaradagem ou, no máximo, de uma relação cordial.
A amizade verdadeira permite dar e receber amor, instiga o auto-conhecimento e o desenvolvimento da confiança própria, gera maturidade afetiva.
A amizade verdadeira possui traços característicos. Um deles é a afinidade, a comunhão de valores profundos, sentimentos, sensibilidade, além da afinidade de inteligência, ou seja, comunhão de idéias, ao menos sobre as coisas essenciais.
Outra característica de uma amizade real é a reciprocidade. Impossível qualquer relacionamento se não houver reciprocidade.
A comunicação também deve ser recíproca. Há certas relações em que apenas um fala. O outro é um ouvinte, um acolhedor, ama o amigo, mas não se comunica com ele. Não expõe o que sente, o que vive. Pode ser um bonito relacionamento, mas não é amizade, visto que não tem reciprocidade ou troca.
Há muitas relações assim. Eu posso ser amigo do outro, mas o outro, embora me ame, me aceite, me receba, não se sente meu amigo. Ou vice-versa. Pode até haver sentimento, reconhecimento, simpatia mútua e afeto, mas sem haver reciprocidade.
O outro pode não ter maturidade suficiente para estabelecer um vínculo de tamanha grandeza, pode não estar interessado, pode ser capaz de falar a verdade sobre mim, mas não ser capaz de ouvir a verdade sobre si mesmo.
Há que haver ainda sinceridade. A sinceridade autêntica que implica em sermos nós mesmos diante do amigo, que gera o fruto do conhecimento recíproco, da confiança recíproca; a criação de uma intimidade sem defesas, a certeza de se poder contar com o outro e com a sua fidelidade.
São ainda características da amizade profunda a generosidade e a capacidade de partilhar. Isso acontece quando enxergamos as necessidades do outro, nos tornamos felizes ao torná-lo feliz, quando procuramos o outro para doar-lhe algo, e não somente para receber. A autêntica generosidade e capacidade de partilhar envolvem também a disposição de nos colocarmos a serviço do outro, a coragem de compartilhar um ideal, uma meta comum, um caminho a percorrer juntos.
Estas características são essenciais para termos discernimento sobre as amizades verdadeiras e as amizades falsas ou camufladas.
As amizades camufladas são aquelas onde predomina a dominação do outro, o uso do outro, com motivações próprias e até a dependência do outro. Nessas relações, o que se busca são vantagens pessoais ou a alienação de si mesmo. Por isso é necessário discernir aquilo que temos chamado de amizade.
As amizades camufladas, geralmente são construtivas apenas para um dos lados. Felizmente, essas relações tendem a decrescer com o tempo. São relações que, por não serem verdadeiras, por si só se extinguem. Talvez relações geradas apenas pela necessidade de um. Assim, desaparecendo ou se tornando clara a necessidade que mantinha um ligado ao outro, a relação desaparece.
Mas a amizade verdadeira é a que cresce. Cresce infinitamente. Nunca se acaba de conhecer o outro. De amar o outro.
Uma amizade aprofunda-se e cresce assim quando somos capazes de aperfeiçoar nosso olhar sobre o outro e descobrir nele o melhor de nós. Quando vamos além dos aspectos negativos e mantemos um amor incondicional mesmo que o outro dê passos em falso, mesmo que não cresça tão rapidamente quanto nós, mesmo que vá mais devagar e tropece, às vezes.
A amizade profunda admite falhas (desde que não sejam de caráter). Admite e compreende erros, incompreensões, divergências. São nestes momentos que a relação deve retornar à fonte do amor, que se deve procurar esclarecer dúvidas, externalizar, cada um, aquilo que sente. Se há amor, há sim, que se discutir a relação, que se procurar os meios para se entrar em acordo, para reencontrar a relação perdida ou ameaçada.
Toda amizade tem seus riscos. Não existe nenhum relacionamento todo de paz. Toda relação pode causar danos, mágoas, tristezas, mesmo que haja as melhores intenções.
Deve-se procurar a solução, não a perfeição. Antes de tentar encontrar culpados, é indispensável conhecer a relação que se vive, ter coragem para assumir também as responsabilidades. É preciso não ter medo da luz.
Estar determinado a falar e a ouvir numa relação é sinal que há lucidez, que há maturidade, que há aceitação de si mesmo como alguém que também tem seus momentos de incertezas, de precipitações, de enganos.
Aceitar-se a si mesmo é reconhecer com lealdade que também damos passos falsos, cometemos erros. A pessoa reta é capaz de reconhecer as próprias culpas, e amar o outro generosamente, por puro prazer em amar e não apenas como uma concessão ao outro.
Podemos dizer que temos uma amizade profunda quando sabemos que há um aspecto ainda mais profundo que embasa essa relação: a qualidade do coração.
Aí está o essencial.

(Adaptação do texto de Giuseppe Sovernigo)

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Há algum tempo fiz parte de um blog que, a princípio era muito interessante mas, com o passar do tempo, foi se tornando palco de disputas de ego e poder.
No afã de ostentar conhecimentos que, na verdade, nem tinham realmente, algumas pessoas agrediam as outras ao menor sinal de contrariedade. Bastava que não se concordasse com o que diziam e pronto. Lá vinham alfinetadas, agulhadas, pedradas e outras “adas”. A situação ficou insustentável, a ponto de muitos optarem por se afastar. Na época, postamos um texto sobre o que leva uma pessoa a se tornar assim tão agressiva. A amargura. Ou o vitríolo, como conta Paulo Coelho em seu livro “Veronika Decide Morrer”.
Na estória, o diretor de um hospital psiquiátrico desenvolve uma tese a respeito de um veneno indetectável que contamina o organismo com o passar dos anos: o vitríolo, substância que é destilada pelos organismos de seres humanos que se encontram em situação de medo.
A maioria das pessoas afetadas identifica seu sabor como não sendo doce nem salgado, mas amargo – daí as depressões serem profundamente associadas com a palavra amargura.
Todos os seres têm amargura em seu organismo – em maior ou menor grau – da mesma maneira que quase todos temos o bacilo da tuberculose. Mas estas duas doenças só atacam quando o paciente acha-se debilitado; no caso da amargura, o terreno para o surgimento da doença aparece quando se cria o medo da chamada “realidade”.
Certas pessoas, querendo construir um mundo onde nenhuma ameaça externa possa penetrar, aumentam exageradamente suas defesas contra o exterior – gente estranha, novos lugares, experiências diferentes – e deixam o interior desguarnecido. É a partir daí que a amargura começa a causar danos irreversíveis.
O grande alvo da amargura (ou vitríolo, como preferia o médico do livro) é a vontade. As pessoas atacadas deste mal vão perdendo o desejo de tudo, e em poucos anos já não conseguem sair de seu mundo – pois gastaram enormes reservas de energia construindo altas muralhas para que a realidade fosse apenas como elas desejavam que fosse.
Ao evitar o ataque externo, também limitam o crescimento interno. Continuam indo ao trabalho, vendo televisão, usando a internet, reclamando do trânsito e tendo filhos, mas tudo isso acontece automaticamente, sem que entendam direito porque estão se comportando assim – afinal de contas, tudo está sob controle.
O grande problema do envenenamento por amargura reside no fato de que as paixões – ódio, amor, desespero, entusiasmo, curiosidade – também não se manifestam mais. Depois de algum tempo, já não resta ao amargo qualquer desejo.
O amargo crônico só nota a sua doença uma vez por semana: nas tardes de domingo. Ali, como não tem o trabalho ou a rotina para aliviar os sintomas, percebem que são pessoas muito sozinhas e que alguma coisa está muito errada.

O dicionário define amargura como um sentimento profundo causado por uma situação de dor, podendo ser associada também, com tristeza ou desgosto. Hebreus 12:15 nos alerta para o risco de deixarmos crescer em nosso interior a raiz da amargura.
Quando a pessoa está cheia de amargura, ela normalmente não tem paz, responde com palavras agressivas, se sente sempre ameaçada, perde a alegria e muitas vezes, mergulha na depressão. Não raro, como um mecanismo de defesa, a pessoa amarga é sempre muito orgulhosa, tenta passar uma imagem de segurança, de poder, se julga sempre certa e, com isso, acaba por afastar as pessoas que poderiam ser verdadeiramente suas amigas.

O Dante Marcucci, do Recanto das Letras (eu amo o Recanto!) diz que “a amargura rói a alma de quem sente, como um bicho de goiaba, lentamente, até a fruta inteira estar perdida. E só serve a si mesma, como o bichinho. Só há uma forma de combatê-la: perdoando a si mesmo, amando a si mesmo, porque no fundo, quem sente amargura, é amargo contra si próprio. A amargura é mesmo como o bicho de goiaba: no escuro, é goiaba.
Eu penso que uma boa ajuda também é relaxar. Não levar tudo para o lado pessoal, aprender a ter humildade, reconhecer e admitir que o outro também tem suas razões e, principalmente, cultivar um pouco mais de bom humor. Brincar, conversar “abobrinhas”, rir, (dos outros e, especialmente, de nós mesmos).
Aliás, com isso até a medicina tradicional concorda: rir é mesmo um santo remédio.
Como bem disse Charlie Chaplin: Um dia sem rir é um dia desperdiçado
!

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Quem dera todo vampiro que encontrássemos por aí fosse um bonitão tipo Edward Cullen, da série Crepúsculo! Eu até ofereceria, espontaneamente, meu pescocinho para ele…
Infelizmente, há um outro tipo, bastante nocivo. Já ouviram falar em vampirismo energético?
Pois é… apesar de mal esclarecido e até incrível para muitas pessoas, o assunto é um fenômeno comum. Com certeza muitos de nós já ouvimos e empregamos expressões como energia positiva, baixo astral, olho gordo, mal olhado, ambiente carregado, dentre outras. Muitos também já devem ter tido a experiência de sentir mal estar, bocejar, ter sono, dor de cabeça, irritação, etc., especialmente após um telefonema ou uma visita inesperada.
É fato comprovado que emanamos ininterruptamente energia para o meio ambiente e impregnamos com essa energia os locais onde estamos, atingindo as outras pessoas ao redor com nossas vibrações.
Nosso padrão energético é determinado por nossos pensamentos, sentimentos e até pela nossa condição física.
Acredito que já aconteceu com quase todo mundo de ter uma antipatia gratuita por determinada pessoa, mesmo com quem não conhecemos direito e mesmo que tenhamos até um certo contato amistoso com a pessoa em questão. Os estudiosos do assunto chamam a isso de incompatibilidade energética. Isto também vale para as simpatias e afinidades gratuitas.
Seria perfeito se essas comunicações energéticas fossem sempre sadias, equilibradas. Mas como ainda estamos muito longe da perfeição, algumas pessoas acabam sugando muita energia e dando pouco em troca. Isso desvitaliza os ambientes e as pessoas. Dá-se o nome à essas pessoas de vampiros energéticos. Um vampiro de energia é uma pessoa que está em profundo desequilíbrio interno. Pessoas frustradas, sem auto-estima, ressentidas, complexadas, inseguras e, acima de tudo, egoístas encontram-se em estado psíquico alterado. Assim, sua configuração energética torna-se desequilibrada, afetando negativamente outras pessoas e roubando-lhes sua energia vital. Em alguns casos, elas causam interferência concreta na vida de outras através de intrigas, fofocas e maledicências, agravando ainda mais a situação.
Acredito que essas pessoas não façam isso conscientemente. Na verdade, elas nem percebem que estão sugando energia alheia. Com seus desequilíbrios pessoais, a saída para esses seres é roubar da pessoa mais próxima.
Não existe uma maneira infalível para nos livrarmos dos vampiros energéticos. Em alguns casos, é mesmo impossível, pois podem se tratar de pessoas muito próximas, familiares ou pessoas das quais não podemos simplesmente nos afastar. O melhor então é aprender a identificá-los para saber como agir com eles.
Luís Pellegrini, jornalista, publicou na revista Planeta uma relação dos tipos mais comuns de vampiros. Listei alguns que considero serem os que mais encontramos no dia a dia:

A) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontra, quer logo saber por que não lhe telefonamos ou visitamos. Se você se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.

B) Vampiro Crítico: Só sabe criticar. Todas as observações são negativas e destrutivas. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá sue sistema para que a energia seja sugada. Diga “não” a suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração.

C) Vampiro Adulador: o famoso Puxa-Saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

D) Vampiro Reclamador: é aquele que reclama de tudo, de todos, da vida, do governo, do tempo…. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. A melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

E) Vampiro Lamentoso: É o que se faz de vítima, de coitadinho. São os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraça. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro: Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.

F) Vampiro Grilo-Falante: A porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, e, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

G) Vampiro Hipocondríaco: Cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os por menores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois se sente péssimo.

H) Vampiro Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia.
Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

Fique atento. Caso observe algum caso desses entre seus amigos e conhecidos, cuide-se. Mas antes de sair julgando todos ao seu redor, faça uma auto-análise, observe se você também não anda ‘pegando emprestada’ a energia dos outros!

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Desde o dia 05/04, o Rio e Niterói vem sofrendo graves consequências das chuvas que não estão dando trégua.
Muitas pessoas morreram e outras tantas perderam tudo que tinham e estão desabrigadas.
Apesar da dor, especialmente daqueles que perderam seus entes queridos, vai ser preciso recomeçar. Não é fácil reconstruir a vida depois de tragédias assim. Mas nós podemos ajudar a minimizar a dor e o sofrimento dessas famílias.
Graças a Deus, somos um povo dotado de grande espírito de solidariedade.
Então, pessoal, vejam como ajudar e façam, cada um, a sua parte.

 Lista do que os desabrigados pela chuva mais precisam (por ordem de importância):

  • Água potável
  • Alimentos prontos (leite , bolachas, biscoitos, barras de cereais, latas de sardinha e carne enlatada, salsicha e outros mantimentos de fácil manuseio e não perecíveis)
  • Material de higiene pessoal, como escovas e pasta de dente, sabonetes, absorventes femininos e fraldas descartáveis
  • Produtos de limpeza
  • Colchonetes, roupas de cama e banho, agasalhos.
  • Cuidados para quem pretende fazer as doações:

  • Os alimentos devem estar dentro do prazo de validade e com a embalagem intacta. De preferência, devem ser não-perecíveis;
  • Colchões e roupas de cama devem estar em bom estado de conservação, limpos e prontos para utilização;
  • Roupas e calçados também devem estar limpos e em condições de uso.
  • Sapatos devem estar amarrados entre si (pé direito com esquerdo) e a numeração deve ser marcada do lado externo com caneta;
  • Utensílios domésticos devem estar funcionando e bem conservados.
  • Desabrigados estão sendo encaminhados para:

  • E.M. Rachide da Glória Salim Sacker – Rua Jandira Pereira, 620/623 – Santa Bárbara. Tel.: 2705-9788/2705-9792
  • E.M. Ernani Moreira Franco – Rua Bonfim, s/nº – Fonseca. Tel.: 3603-8240/3603-8241
  • E.M. João Brazil – Lot. Bento Pestana, s/nº – Morro do Castro. Tel.: 3714-8576/3714-8589
  • E.M. Paulo Freire – Rua Soares Miranda, 77 – Fonseca. Tel.: 2718-5121/2718-5159
  • E.M. José de Anchieta – Rua B e D, s/nº – Morro do Céu. Tel.: 2618-1549/2618-1535
  • E.M. Helena Antipoff – Av. Rui Barbosa, 710 – São Francisco. Tel.: 3602-4171/3602-4172
  • UMEI Antônio Vieira da Rocha – Rua Araújo Pimenta, s/nº – Morro do Estad. Tel.: 2717-2465/2717-2535
  • UMEI Prof. Nilo Neves – Rua Silveira da Mota, s/n – Boa Vista Fonseca. Tel.: 2629-3443 (THT) / 2629-3426
  • UMEI Senador Vasconcelos Torres – Est. Frei Orlando, 370 – Jacaré – Piratininga. Tel.: 2709-8070 / 2709-8290
  • Escola Estadual Duque de Caxias – Rua Albino Pereira, 300 – São Francisco. Tel.: 2710-5201‎
  • Quadra da Escola de Samba da Grota do Surucucú (Grota e Cachoeira)
  • Igreja Batista da Grota (Grota e Cachoeira)
  • Colégio Estadual David Capistriano (Santa Bárbara) – POSTO DE ALIMENTAÇÃO
  • Locais que estão recolhendo doações:

  • Escola Municipal Paulo Freire – Rua Soares Miranda 77, Fonseca. Telefone: 2718-5121
  • Escola Estadual Alberto Brandão – Rua Castro Alves, 22 – Fonseca
  • Clube Canto do Rio – Rua Visconde do Rio Branco 701, Centro. Telefone: 2710-0072
  • Plaza Shopping – Rua Quinze de Novembro 8
  • Igreja Metodista de Icaraí – Rua Mariz e Barros, n° 163 Icaraí. Tel.: 2612-1143
  • Curso de Inglês Interface English B.I.A. – Rua Miguel de Frias, 77, sala 809 Icaraí. Tel.: 2717-8080
  • Studio Solutio – Rua Gavião Peixoto, 148 sala 1002 Icaraí. Tel.: 30260320 / 81535159
  • Colégio Salesiano – Rua Santa Rosa 207, Santa Rosa. Telefone: 3578-9400
  • Centro Educacional de Niterói (Centrinho) – Rua Itaguaí 173, Pé Pequeno. Telefone: 2611-0000
  • Creche do Gema na Martins Torres endereço: Rua Martins Torres 479, Santa Rosa
  • Colégio Estadual Guilherme Briggs – Rua Doutor Mário Viana 625, Santa Rosa Telefone: 2711-1966
  • Unilasalle – Rua Gastão Gonçalves, nº79 Santa Rosa. Tel.: 08007093773 / 21006600
  • Quadra da Escola de Samba Acadêmicos do Cubango – Rua Noronha Torrezão 560, Cubango
  • Sec. Regional de Piratininga – Estr Francisco da Cruz Nunes, nº6666 Piratininga. Tel.: (21)2609-7575 (21) 2619-8181
  • Bar do Meio – Av. Almirante Tamandaré, 810, Piratininga. Tel.: 2619-2505
  • Colegio Pluz – Rua José Bittencourt (antiga Rua 10), nº 20 (antigo Soter) – Itaipú. Tel.: 2608-0088 ou 2703-3003
  • Igreja Presbiteriana Betânia – Av. Rui Barbosa 679, São Francisco
  • Lembrando sempre que “WE ARE THE WORLD”!!!

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    Poderia ser apenas mais uma comédia romântica. Mas é muito mais que isso.
    “Antes Que Termine o Dia” mostra o amor de uma forma que todos nós deveríamos vê-lo e senti-lo. Como aquilo que é, realmente, o mais importante na vida.
    A história é sobre um casal que se ama, apesar de suas diferenças: Samantha (Jennifer Love Rewitt) é uma jovem focada na relação. É espontânea, impulsiva e amorosa. Ian é o oposto. Desligado, egocêntrico e extremamente preocupado com sua carreira, não demonstra muito interesse pelo relacionamento. No fundo, porque ele sabe que Samantha estará sempre ali à sua disposição, pronta a oferecer um amor incondicional, sentimento que ele desconhece.
    Obviamente, uma relação assim tende a desmoronar.
    É então que o destino provoca uma estranha situação para mudar o rumo das vidas dos dois amantes.
    Ian (Paul Nicholls) tem uma espécie de premonição onde vê Samantha morrer em um acidente. Quando ele acorda, ela esta lá, viva, ao seu lado.
    Ian fica perturbado até que percebe que o dia está se repetindo, que ele está acordando sempre no dia anterior à suposta morte de Samantha.
    Assim, seu pesadelo é, na verdade, uma segunda chance na vida, um tipo de encontro com sua consciência, onde ele vai descobrir a verdadeira sabedoria e ter a oportunidade de consertar o que fez de errado. Isso tem que ser feito, no entanto, antes que o dia termine.
    A cada novo dia, tudo recomeça novamente e ele novamente tem que provar a si mesmo e à sua noiva que a ama, revertendo assim o mistério dos acontecimentos. A partir daí, entre tentativas frustradas, Ian vai tentar, de todas as formas, fazer Samantha feliz, procurando adivinhar-lhe todos os desejos e vontades e reconhecendo em si um amor que jamais sentira antes.
    O filme é um espetáculo emocionante, capaz de sensibilizar até os corações mais frios. É repleto de diálogos e reflexões sobre o verdadeiro significado do amor e a importância de aprendermos a viver intensamente o presente.
    Nos mostra que muitas vezes nos deixamos envolver pela rotina, pelo estresse diário, pelo trabalho e problemas cotidianos, nos esquecendo, simplesmente, de enxergar e valorizar tudo aquilo que está na nossa frente.

    Um detalhe: o roteiro do filme era de conhecimento de Jennifer Love Hewitt desde sua adolescência e ela encantou-se por ele. Como na época ela era muito nova para o papel, esperou o tempo passar e dois anos após montar sua própria produtora, ela comprou os direitos da história. Jennifer também compôs as duas canções que interpreta no filme.

    Colaboração: Sanddy

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    Que eu adoro Michael Jackson não é novidade. E também amo bossa nova.
    Aí, hoje, revendo uns vídeos, achei esse aqui, que compartilho com vocês. É um CD que foi lançado no Japão, com músicas de Michael, cantadas por crianças, em ritmo de bossa nova.
    Como dizia minha avó, isso pra mim foi como juntar a fome e a vontade de comer. A música é linda, como todas as que ele fez. E na voz das crianças, ficou muito fofo e gostoso de ouvir. Pena que o CD só esteja disponível pelo Amazon do Japão…
    Enquanto não me aparece um amigo japa pra comprar pra mim, vou curtindo pelo Youtube mesmo. Curtam comigo…

     

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